Bloguinho da Zizi

domingo, 5 de julho de 2009

Dicas de Beleza

foto: www.muraldeimagens.blogger.com.br/tulipa_triumf_zurel.jpg


1 - Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.

2 - Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.

3 - Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.

4 - Para ter cabelos bonitos,
deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.

5 - Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.

6 - Pessoas, muito mais que coisas,
devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas;
jamais jogue alguém fora.

7 - Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga,
você a encontrará no final do seu braço.
Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos:
uma é para ajudar a nós mesmos, a outra é para ajudar o próximo.

8 - A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela carrega,
ou na forma como penteia o cabelo.
A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos,
porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.

9 - A beleza de uma mulher não está na expressão facial,
mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma.
Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.

10 - A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.

Audrey Hepburn

Estratégias mentais


foto de Selma Brandespim - Brotas

O que fazer de dentro para fora?
Pense sempre de forma positiva.
Toda a vez que um pensamento negativo vier à sua mente, troque-o por outro que seja positivo! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; como um atleta, treine muito.
Não tenha medo de nada e nem de ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo, porque o medo pode lhe afastar das derrotas, mas das vitórias também.
Não se queixe.
Quando você reclama, tal qual um imã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos.
Risque a palavra “culpa” do seu dicionário.
Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-os.
Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano.
Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.
Não se aborreça com facilidade e nem dê importância para bobagens.
Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.
Viva o presente.
O ansioso vive no futuro. O rancoroso, no passado.
Aproveite o aqui e o agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.
O que você deve fazer de fora para dentro?
A água purifica.
Sempre que puder vá à praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental e toda a carga negativa estão indo por água abaixo.
Ande descalço quando puder, na terra de preferência.
Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Ou escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal grosso para se descarregar.
Mantenha contato com a natureza.
Tenha em sua casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como um relaxante natural.
Ouça músicas que o façam cantar e dançar.
Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de fazer nos sentirmos vivos, aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com a alegria.
Queime um incenso de vez em quando e purifique o seu ambiente.
Prefira fazê-lo na sua casa e aproveite para meditar, respirar profunda e pausadamente, como se fosse uma ginástica mental. A mente também precisa de exercícios.
Sinta o aroma das flores e dos perfumes sempre que tiver uma oportunidade.
Muitas sensações de conforto se originam num simples ato de inspirarmos delicadamente fragrâncias sutis e agradáveis.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Liberte-se!
Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Viva a vida !
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu”.
Lembre-se, por fim, que “uma carícia, um sorriso, um ouvido atento, um elogio sincero ou um mínimo ato de amor tem o poder de transformar uma vida”.
Cirilo Veloso Morais

Ventos e tempestades da vida




Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com freqüência:
Um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido.
Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa.
O navio dança sobre as ondas. Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.
Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido.
Qual é o segredo da segurança deste navio?

Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranqüilidade?

Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado!
A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas. Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar. Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano.
Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade. Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas. Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida. Nos sentimos encorajados e esperançosos.
Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.
(L. R. Silvado)

Deixe secar

Nunca me esqueço da lição do meu velho sapateiro, um senhor de idade indefinida que eu conheci quando ia com o meu pai fazer nossos sapatos, depois, apenas para mandar consertar uma ou outra sola, e as vezes, somente para conversar, já que aquele senhor tinha uma alegria de vida tão contagiante e, engraçado como só agora eu me dei conta, ele falava muito pouco.
Um dia, eu cheguei na sapataria com muita raiva, estava até com o rosto vermelho, e ele me perguntou o motivo de tanta raiva.
Comentei que meu filho havia mentido sobre determinado fato e eu não conseguia engolir mentiras, pois sempre dei liberdade aos meus filhos para
conversar e pedir seja lá o que fosse, sempre ensinei a falar a verdade, evitando assim problemas maiores que a mentira sempre acarreta.
O velho sapateiro ouviu tudo e me pediu para engraxar um sapato, sem entender nada e desajeitadamente, engraxei um dos sapatos e assim que passei a graxa, peguei a escova usada para dar lustro e tentei de todas as formas dar brilho ao sapato. Enquanto eu esfregava, o sapateiro passava graxa no outro sapato e o levava para o sol para secar.
Depois de alguns minutos de tentativa frustrada de dar brilho ao sapato, eu desisti, cansado e com as mãos sujas de graxa.
O sapateiro foi lá fora, onde havia deixado o sapato secando ao sol e com algumas
escovadas, sem fazer força nenhuma, deixou-o brilhando como novo.
- Vê meu amigo, o brilho que conseguimos obter quando esperamos secar a graxa? Assim também deveríamos fazer com a nossa raiva e frustrações: deveríamos sempre esperar um tempo necessário para que sequem dentro de nós, e depois de esclarecermos todos os fatos, aí
sim, tomarmos uma atitude diante dos acontecimentos.
A raiva é uma péssima conselheira, além de fazer muito mal para a nossa saúde, pode gerar tragédias e desentendimentos duros de se consertarem.
Fui para casa mais tranqüilo, pensando em outras possibilidades para a mentira do meu filho, afinal de contas, eu o deixara na porta da escola pela manhã e sem querer, ao ligar para a escola para pedir que o liberassem mais cedo pois eu desejava almoçar com ele de surpresa, descobri que ele nem entrara na escola. Fiquei doido, e ainda não entendia onde ele poderia ter ido e minha vontade naquela hora era de ir para casa, esperá-lo e dar-lhe uma surra daquelas a moda antiga...
Pensando no sapato que secava ao sol, eu deixei a raiva secar e ao chegar em casa, pensei comigo mesmo: eu iria ter uma conversa tranqüila com meu filho, afinal de contas ele nunca havia me dado motivos para desconfiar dele, além de ser um excelente aluno, era
muito elogiado pelos professores. Foi pensando assim que abri a porta de casa, sem notar a luz apagada da sala, e ao clicar no botão para acendê-la, fui recebido com uma turma animada, cantando parabéns e com um enorme bolo no centro da casa.
O dia havia sido tão estressante
que me esqueci do meu aniversário, e meu filho, junto com seus irmãos e minha esposa saíram todos para preparar aquela festa surpresa, por isso faltara na escola.
Desde esse dia aprendi a esperar a raiva secar, assim como o sapato que engraxei no velho amigo, que era um sábio vestido de sapateiro, que sabia ouvir e era feliz na simplicidade do seu ofício que na verdade era remendar vidas, como a minha que nunca mais foi a mesma depois de conhecê-lo.

Paulo Roberto Gaefke

Uma sólida amizade



No século IV A C., em Siracusa, na Sicília, havia dois amigos inseparáveis. Nada havia que um não fizesse pelo outro.

Certo dia o rei de Siracusa, Dionísio, aborreceuse ao tomar conhecimento de certos discursos que Pítias vinha fazendo.

O jovem pensador andava dizendo ao público que nenhum homem devia ter poder ilimitado sobre outro. E que os tiranos absolutos eram reis injustos.

Presos ambos os amigos, Pítias reafirmou perante a autoridade real as suas idéias. O que dizia ao povo era a verdade e portanto a sustentaria, custasse o que custasse.

Acusado de traição, Pítias foi condenado à morte. Como seu último desejo, pediu ao rei que o deixasse dizer adeus à sua mulher e filhos e por os assuntos domésticos em ordem.

Dionísio riu do desejo do condenado.

"Vejo que além de injusto e tirano, você também me considera um tolo. Se sair de Siracusa, tenho certeza que nunca mais voltará", disse o rei.

Foi nesse momento que Damon adiantou-se e ofereceu-se como garantia. Ficaria em Siracusa como prisioneiro, até o retorno do amigo.

"Pode ter certeza de que Pítias voltará. Nossa amizade é bem conhecida. Eu ficarei aqui."

Ainda um tanto desconfiado, Dionísio examinou os dois amigos. Alertando Damon que, se Pítias não voltasse, ele morreria em seu lugar, aceitou a oferta.

Pítias partiu e Damon foi atirado na prisão. Muitos dias se passaram. Pítias não voltava e o rei foi verificar como estava o ânimo do prisioneiro.

Estaria arrependido de ter feito o acordo?

"Seu tempo está chegando ao fim", sentenciou o rei de Siracusa. "será inútil implorar misericórdia. Você foi um tolo em confiar em seu amigo. Achou mesmo que ele voltaria para morrer?"

Com firmeza, Damon respondeu: "é um mero atraso. Talvez os ventos não lhe tenham permitido navegar. Talvez tenha tido um imprevisto na estrada. Guardo a certeza que, se for humanamente possível, ele chegará a tempo."

Dionísio admirou-se da confiança do prisioneiro.

Chegou o dia fatal. Damon foi retirado da prisão e levado à presença do carrasco.

Lá estava o rei, sarcástico, gozando sua vitória.

"Parece que seu amigo não apareceu. Que acha dele agora?" Perguntou.

"É meu amigo. Confio nele", foi a resposta de Damon.

Nem terminara de falar e as portas se abriram, deixando entrar Pítias cambaleante.

Estava pálido, ferido e a exaustão lhe tirava o fôlego. Atirou-se nos braços do amigo.

"Graças aos céus, você está vivo" - falou soluçando. "parece que tudo conspirava contra nós. Meu navio naufragou numa tempestade. Depois, bandidos me atacaram na estrada."

Recusei-me, contudo, a perder a esperança e aqui estou. Estou pronto para cumprir a minha sentença de morte."

Dionísio ouviu com espanto as palavras. Era-lhe impossível resistir ao poder de tal lealdade.

Emocionado, declarou: "a sentença está revogada. Jamais acreditei que pudessem existir tamanha fé e lealdade na amizade. Vocês mostraram como eu estava errado. É justo que ganhem a liberdade. Em troca, porém, peço um grande auxílio."

"Que auxílio?" Perguntaram os amigos.

"Ensinem-me a ter parte em tão sólida amizade."
*-*-*-*-*-*-*
Amizade é mais que afinidade. Envolve mais que afeição.

As exigências da amizade - franqueza, sinceridade, lealdade incondicional e auxílio a ponto do sacrifício - são estímulos poderosos para o amadurecimento moral e o enobrecimento.

A amizade genuína requer tempo, esforço e trabalho para ser mantida. A amizade é algo profundo.

De fato, é uma forma de amor.

Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita com base no texto Damon e Pítias, do livro O livro das virtudes de William J. Bennett, Ed. Nova fronteira.